Sacramento do Baptismo
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Porquê pedir o baptismo?
O baptismo não é apenas uma tradição, deverá ser sobretudo uma escolha que manifesta a opção pela Fé da família que pede o baptismo para a sua criança. Deverá ser uma consequência da opção de viver em comunidade a Fé em Jesus Cristo.
Será certamente oportunidade de revitalizar a sua adesão a Cristo, de recordar o valor e o espaço que essa opção tem na sua família.
Se não existe uma ligação à comunidade ou à Igreja, talvez seja prudente fazer um caminho de discernimento. Convidamos a que participem no Percurso Alpha, onde haverá espaço e lugar para discutir estas questões, para depois tomarem uma decisão ponderada e significativa.
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O que esperamos dos pais que pedem o Batismo
Esperamos que pelo menos um dos pais seja crente e membro ativo na comunidade de fé (reza na comunidade, participa nas eucaristias, confessa-se, etc.) e que acompanhe a criança no crescimento na fé e na comunidade, ensinando a amar a Deus e a amar os outros, a evitar o mal e a orar em família.
Esperamos que pelo menos um dos pais compreenda que o batismo não se celebra por tradição, por cultura, por vontade dos avós, para afastar doenças ou atrair sorte. Mas para iniciar um caminho de discipulado na Igreja. Isto é, crescer na amizade com Jesus, inserido numa comunidade. Por esse motivo, o batismo é uma celebração pública.
Assim, esperamos que os pais compreendam que a Paróquia não é um “self-service” de batismos, que serve imediatamente cada “cliente”, à velocidade pretendida, no dia e hora desejados. Administraremos o batismo se os pais e padrinhos estiverem devidamente preparados, como nos sugere o Papa (Código de Direito Canónico, 836, 843 e 851). Assim, propomos a todos os pais que experimentem o Curso Alpha, mesmo antes da marcação da data do batismo.
Quando os pais têm dúvidas de fé ou não são membros da comunidade de fé, devem considerar seriamente adiar o batismo, até se sentirem prontos para assumir a responsabilidade do batismo ou que a criança possa decidir seguir Jesus por si mesma.
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No caso de baptismo de jovens/adultos, o que esperamos
Esperamos que o jovem ou adulto decida seguir Jesus na comunidade e não esteja a pedir o batismo por outro motivo (por pressão dos pais ou avós, por motivos culturais ou mágicos, para ser padrinho…).
Esperamos que o candidato ao batismo compreenda que a Paróquia não é um “self-service” de batismos, que serve imediatamente cada “cliente”, à velocidade pretendida, no dia e hora desejados. Administraremos o batismo se verificarmos preparação e conversão da pessoa (Código de Direito Canónico, 836, 843 e 851). Assim, propomos que experimente o Curso Alpha e considere participar na vida ativa da Paróquia, ainda antes da marcação da data do batismo.
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O que podem as famílias esperar da Paróquia?
A paróquia da Marinha Grande tem apostado em tornar-se uma comunidade evangelizadora e afastar-se do modelo de “paróquia prestadora de serviços/Self-Service de sacramentos”. Sonhamos que realizar sacramentos será a consequência do nosso trabalho e não o objeto principal da nossa pastoral.
Quando as pessoas se dirigem à paróquia para pedir o batismo, podem contar com o serem acolhidos, escutados e com uma comunidade apostada em ajudar as famílias a crescer na Fé e na opção por Jesus Cristo.
Queremos que deixe de acontecer o tratamento ao estilo self-service, que se reduz a agendar a data que for mais conveniente para a família e a fazer tudo para que seja o mais rápido possível e o batismo de torne uma bonita recordação.
Pelo contrário, as famílias podem contar com a paróquia para crescer na Fé, partilhar, responder às suas perguntas. Independentemente da sua situação religiosa, ou do seu compromisso, queremos oferecer uma oportunidade para fazer um caminho que permita tornar o batismo um momento importante, feliz, mas sobretudo transformador da vida da família. A comunidade paroquial assume-se como auxílio no caminho do discipulado na Igreja.
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Se calhar não estamos preparados, e agora?
Esta é uma pergunta que deve ser colocada e respondida com cuidado, caridade e verdade.
A esmagadora maioria das pessoas sente-se muito surpreendida, alguns ofendidos até quando colocamos este tipo de questão. E a resposta é, facilmente, óbvia: “sim, estamos, se não, não o pediríamos. Compreendemos que existe um grande peso de uma certa tradição, que não se explica; motiva, mas sem saber identificar bem o motivo.
É também verdade que haverá uma enorme vergonha em responder: não, não estamos preparados. Até porque, bem o sabemos, muitas vezes, é a falta de uma experiência de Igreja positiva que impede uma adesão pessoal à Fé comprometida, que se espera encontrar em quem pede sacramentos.
Posto isto, cabe aqui dizer: não faz mal dizer “não, se calhar não estamos preparados”.
A paróquia existe para isto mesmo, para ajudar a preparar, a crescer. Sem vergonha, sem medo. Todos são bem-vindos, a única condição indispensável é um desejo verdadeiro de mais.
O baptismo não deve ser um ato isolado e pode, queremos que seja, uma oportunidade para toda a família. De aprofundamento da Fé, de crescimento pessoal, humano e espiritual.
Sonhamos com batismos que sejam um nascer de novo das crianças, mas também dos pais. Que seja uma oportunidade verdadeiramente positiva para quem nunca a teve.
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Quem pode ser padrinho?
Segundo o Cân. 873: «haja um só padrinho ou uma só madrinha, ou então um padrinho e uma madrinha», Assim:
1- Há Batismo válido sem padrinhos e apenas com uma testemunha (cf. Cân. 875);
2- Há Batismo válido mesmo sem testemunha, tratando-se de um adulto (cf. Cân. 876);
3- Há Batismo válido só com um padrinho (cf. Cân. 873);
4- Há Batismo válido só com uma madrinha (cf. Cân. 873);
5- Há Batismo válido com um padrinho e uma madrinha, conforme o citado Cân.873,
6- Por vezes, os pais apresentam à Igreja, para o múnus de padrinhos, fiéis que não harmonizam o perfil traçado pelo Cân. 874, por se encontrarem em situação canonicamente irregular (casados apenas civilmente, a viver em união de facto ou notoriamente afastados da Igreja, não terem os sacramentos da iniciação cristã ...). Podemos admitir estes como testemunha do ato do Batismo.
Os padrinhos, são corresponsáveis com os pais na educação cristã dos afilhados, acompanham os pais na apresentação dos seus filhos na pia batismal e no altar, assinam o registo de batismo como padrinhos e o seu nome consta da cédula de vida cristã da criança.
Espera-se que o candidato a padrinho tenha a sua iniciação cristã completada e que viva em comunhão com a Igreja.
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Tudo começa com uma ideia. Talvez você queira abrir um negócio. Talvez você queira transformar um passatempo em algo mais sério. Ou talvez você tenha um projeto criativo para divulgar ao mundo. Seja o que for, o modo de contar sua história on-line faz toda a diferença.
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