Faltar à Missa ainda é pecado grave (6)

Há muita gente que se reconhece católica, tem fé em JESUS, mas não pratica!
Em termos simples: não vai à Missa, excepto, talvez, ocasionalmente, na Páscoa, no Natal... São pessoas que até julgam ter um bom relacionamento com o Senhor: sentem a Sua presença, rezam, sabem que Ele está próximo no meio das dificuldades da vida.

Mas, sejamos honestos, quem assim procede tem mesmo um bom relacionamento com o Senhor?
Em cada semana dedicam-lhe parte significativa do seu tempo?... Talvez! Mas os amigos não devem estar juntos? E, no entanto, estas pessoas ausentam-se dos sacramentos, que são os encontros que Ele estabelece para nos santificar.

Todos os domingos, JESUS quer iluminar o caminho da nossa vida com a Sua Palavra; não participar na missa demonstra que não a valorizamos e, todavia, é a Palavra do Senhor que nos dá a vida eterna: isto é, a presença e a posse de Deus no coração. Na prática, quem falta à Missa prefere as palavras dos homens, (tantas vezes desprovidas de sentido!), às palavras d’Ele e tal não pode chamar-se de um bom relacionamento.

E não podemos esquecer o sacrifício redentor de Cristo, que se torna presente sobre o altar para podermos oferecer a nossa própria vida a Deus, unida à d’Ele. JESUS deu-se a Si mesmo por meio da Paixão e Morte, e põe-Se à nossa disposição em cada domingo, para que este se torne o ato mais sublime que podemos oferecer ao Pai; é o sacrifício, que resume e representa todo o amor d’Aquele que deu a vida por nós.

Faltar à Missa é tratar o mistério pascal de JESUS como se fosse uma coisa secundária; faltar é desprezar ou anular o sacrifício do Senhor e é por isso que se torna um pecado grave.

Pe. Adelino Guarda

(continua)

Patrício Oliveira

Padre desde 2011, ao serviço da Paróquia da Marinha desde como Pároco desde 2019.

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